Como aplicar corretamente o creme facial

O uso de creme específico para a face é fundamental para repor a umidade que a pele perde ao longo dos anos. Além disso, cremes faciais são enriquecidos com vitaminas, minerais e antioxidante que ajudam a manter a pele mais jovem e bonita. A ação prometida na embalagem depende da correta aplicação, usando os movimentos corretos para cada área do rosto. Segue dicas de como aplicar o hidratante de forma eficaz.

Olhos:
Essa é a área mais sensível do rosto e exige creme próprio que deve ser utilizado antes do creme facial. Aplique em movimento anti-horário (de dentro para fora), dando leves batidinhas até o creme ser completamente absorvido.

creme olhos (Large)

Testa:
A aplicação do restante do rosto deve ser iniciada pela testa, com movimentos em espiral e de vai e vem, de cima para baixo. Já esticando bem a pele para ajudar a amezinhar as linhas de expressão.

creme Testa (Large)

Lábios:
Nos lábios o creme deve ser aplicado em todo o contorno, massageando de dentro para fora.

creme Lábios (Large)

Região central e queixo:
O creme deve ser aplicado de baixo para cima e de dentro pra fora, massageando bem para prevenir a flacidez.

creme Rosto (Large)

Pescoço:
O pescoço costuma ser esquecido nos cuidados diários, o que podemos notar facilmente nas ruas quando nos deparamos com mulheres com rostos jovens e o pescoço enrugado. O creme deve ser aplicado de cima para baixo, estimulando a circulação.

creme pescoço (Large)

Pontos básicos para uma boa aplicação:
· Retire o creme do pote com uma espátula para evitar contaminação microbiológica.
· Utilize apenas a quantidade necessária para o rosto todo, não exagere na aplicação, pois senão a absorção será prejudicada.
· Aplique o hidratante sempre de baixo para cima! Com o passar dos anos a pele perde a elasticidade e tende a cair, por isso faça o movimento contrário, massageando o rosto em sentido ascendente.

Fonte: http://www.abril.com.br/

Descubra mais sobre o Rejuvenescimento Facial

O resurfacing a laser, também conhecido como peeling a laser, é uma técnica de rejuvenescimento facial eficaz, que pode produzir resultados duradouros. Com o tempo, fatores como danos provocados pelo sol, hereditariedade, dieta e movimento muscular repetitivo contribuem para a formação de linhas e rugas no rosto. Além disso, o desenvolvimento de anomalias pigmentares, como as “manchas de idade” ou cicatrizes de acne levam a pele a perder a sua aparência macia e juvenil.

Sendo assim, o rejuvenescimento da pele é um tratamento para tratar sua pele, melhorar a aparência e a textura em geral.

Situações que podem ser tratadas:

• Rugas estáticas: Estas rugas são sempre visíveis e não mudam de aparência com os movimentos faciais.
• Rugas dinâmicas: Estas são as linhas de expressão que podem aparecer como pregas quando a pele não está se movendo, e aprofundar com os movimentos faciais ou expressões.
• Pigmentação: Sardas, manchas de sol, melasma, manchas escuras ou demais manchas escuras resultantes, principalmente, da exposição ao sol.
• Cicatrizes: Resultado de acne ou ferimentos na pele.
• Doença vascular: Vasos sanguíneos visíveis na superfície da pele, lesões vasculares que aparecem como minúsculas bolhas de sangue ou mesmo um rubor facial constante.
• Perda de tonalidade da pele: Enfraquecimento da estrutura de sustentação da pele (fibras de colágeno e elastina), que resulta em perda de firmeza da pele, ou desenvolvimento de celulite.

Bons candidatos a cirurgia são:

• Indivíduos fisicamente saudáveis,
• Não fumantes,
• Indivíduos com perspectiva positiva e expectativas realistas do procedimento.

Resultados: 

Os procedimentos de resurfacing e de rejuvenescimento de pele podem produzir melhora acentuada nas condições da pele e em sua aparência geral. As tecnologias e os tratamentos disponíveis estão avançando rapidamente e você pode se surpreender com a melhora que pode ser obtida através de processos relativamente simples.

Pense nisso: Ao escolher um cirurgião plástico para realizar este procedimento, lembre-se de que a experiência do cirurgião e seu bom relacionamento com ele são tão importantes quanto o custo final da cirurgia.

 

 

Fonte: Site do Dr. Erik Nery e Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

www.eriknery.com.br

 

Manual do silicone: tudo o que você precisa saber sobre prótese

Considerado um dos pontos mais delicados da cirurgia de implante de prótese de silicone, o tamanho da prótese a ser escolhida depende de vários aspectos. “Primeiramente, a paciente deve ter uma conversa aberta com seu cirurgião, que vai tirar todas as dúvidas sobre a cirurgia, avaliará seu perf­il f­ísico, psicológico, cicatrização e principalmente a proporcionalidade de suas formas. O cirurgião também realizará várias fotos pré-operatórias e mostrará diversos resultados de cirurgias de implante de prótese de silicone antes/depois, de modo a orientá-la bem nessa delicada escolha. Por f­im, ele deve sempre respeitar o desejo da paciente, ou seja, a decisão deve ser de certa forma democrática, porém com limitações, tentando sempre alertar a paciente quanto a possíveis exageros”, diz Alexandre Barbosa, cirurgião plástico e membro da SBCP (SP).

Um bom tamanho de prótese de silicone é aquele que mais se harmoniza com a silhueta e o contorno corporal da paciente, de modo que ninguém seja capaz de perceber que se trata de uma prótese de silicone, dando naturalidade ao resultado.

Deve-se tomar cuidado para não cruzar a tênue linha que separa a normalidade estética do exagero e da artif­icialidade. Helio Caprio explica que é possível simular como será o aspecto dos seios com o tamanho de prótese escolhido pela paciente com o simulador virtual 3D e-stetix.

“Tiramos três fotograf­ias da paciente e as enviamos ao site. As imagens são manipuladas e enviadas de volta já com o aspecto esperado e o volume escolhido. Tudo é feito online”, a­firma o médico. Segundo ele, a vantagem do simulador é que as imagens são divers­ficadas, e as pacientes aparecem com diversos tipos de roupas. “São dadas várias opções: com vestido, blusa decotada, biquíni, e até sem roupa. É um recurso que pode dar mais segurança na hora de decidir sobre o tamanho da prótese”, explica.

Quando o corpo rejeita o silicone

 

A evolução do silicone foi essencial para reduzir os casos de vazamento e de contratura capsular. A contratura nada mais é do que uma reação natural do organismo para se defender. “Formada ao redor da prótese pode f­icar dura e contrair o implante, alterando a forma da mama”, explica Alexandre Barbosa.

As primeiras próteses de mama de silicone fabricadas tinham a superf­ície lisa, que possui o maior índice de contratura capsular, por isso a cada cem implantes realizados, um f­icava duro. A partir de meados dos anos 1970 surgiram as próteses de espuma de poliuretano, o que fez que o endurecimento caísse na proporção de um a cada mil.

E, f­inalmente, na década de 1980 surgiram os implantes de prótese de silicone texturizadas, em uma tentativa de imitar o efeito rugoso da espuma de poliuretano. “Hoje, a chance de encapsulamento da prótese é mínima, menos de 1%. Mas é bom que a paciente seja alertada que qualquer prótese pode ser rejeitada pelo organismo”, alerta Rogério Schutzler Gomes, cirurgião plástico e membro titular da SBCP (SC).

Até os anos 1990, as próteses entre 120 ml e 140 ml eram as mais procuradas. Na última década, a média ­ficou em torno de 200 ml e 250 ml. Agora, a de 305 ml é a que mais sai. Dados da Silimed (empresa de próteses de silicone).

Questão de toque

 

Além do formato e do tamanho, agora já é possível def­inir também a consistência das próteses de silicone. Segundo Helio Caprio, cirurgião plástico e membro titular da SBCP (RJ), as próteses mais antigas eram líquidas demais, ofereciam perigo de vazamento e faziam dobras. Hoje é possível contar com três tipos de recheios.

“O de densidade 1 é mais macio e com maior mobilidade sob o seio. O intermediário, conhecido também como soft touch, é discretamente mais ­firme. O 3 é altamente coesivo, mais usado em casos em que a própria f­irmeza da prótese ajuda a esculpir a mama”, explica.

Vale lembrar que a escolha da consistência da prótese leva em conta o tipo de pele da paciente. “Se o desejo é ter seios mais exuberantes, o ideal é o do tipo 1, que aumenta o volume e mantém o balanço. Se a intenção é turbinar mamas ­flácidas, o mais indicado é o do tipo 2, que vai dar mais ­firmeza. Já para casos de assimetria ou reconstrução mamária, o ideal é o terceiro, desenvolvido para preencher implantes anatômicos”, exemplif­ica o especialista.

 

Fonte: www.corpoacorpo.uol.com.br