Cremes antienvelhecimento | Quando você precisa começar a usar?

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A indústria da beleza está saturada com cremes antienvelhecimento. Para aqueles que procuram reduzir a aparência das rugas, pode ser difícil fazer uma seleção quando confrontado com prateleiras repletas de soros, loções e hidratantes. Se você está entre os 20 ou 30 anos, pode estar se perguntando se é necessário começar a usar esses produtos, mesmo se as rugas não começaram a aparecer em seu rosto.

De acordo com a StyleList, não há nenhuma regra para quando as mulheres devem começar a usar produtos antienvelhecimento. Cada uma experimenta o processo de envelhecimento de forma diferente e as escolhas de estilo de vida certas podem ter um grande impacto sobre a formação de linhas faciais, tanto positivas quanto negativas. Por exemplo, jovens que fumam podem perceber, mais cedo do que outros, linhas ao redor da boca, enquanto que os que mantém uma alimentação saudável são capazes de afastar os sinais de envelhecimento durante anos.

No entanto, os estudos mostram que é sempre melhor tomar medidas preventivas, o que significa que o uso de produtos antienvelhecimento pode ser benéfico, mesmo se você não notar qualquer sinal de envelhecimento em seu rosto.

Fonte: ASAPS

Check-up vascular previne doenças circulatórias

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A falta de atividade física, estresse, poluição, alimentação inadequada rica em açúcar, gordura e sal, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabaco juntamente com hereditariedade são as principais causas para desenvolver doenças circulatórias. Aliás, de acordo com dados do Ministério da Saúde, derrames e infartos estão entre os grandes vilões da saúde, pois as doenças do aparelho circulatório lideram o ranking das causas de morte no Brasil. E pessoas que apresentam fator de risco como pressão alta, diabetes, obesidade e sedentarismo devem redobrar o cuidado.

Segundo o angiologista Ary Elwing (CRM-22.946), especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser, o sistema circulatório arterial é responsável pelo fornecimento de sangue a diferentes órgãos do corpo. “Qualquer restrição que interrompa o fluxo sanguíneo pode causar sérios problemas, sendo que alguns podem ser fatais. Por isso, é fundamental prevenir diferentes tipos de doenças do sistema circulatório”, explica.

A partir dos 35 anos, qualquer pessoa deve apostar em exames anuais de check-up, principalmente os portadores de diabetes e hipertensão. Após minuciosa consulta, o médico elabora a lista de exames necessários. “O check-up consiste em analisar a saúde e levantar sinais, sintomas e fatores de risco de alguma doença. O objetivo é identificar quais são os riscos e fazer um diagnóstico precoce, orientando o tratamento mais adequado para cada caso”, ressalta Elwing. Além disso o check-up vascular identifica os principais sinais que provocam as doenças vasculares. “Isso confirma os riscos de o paciente desenvolver complicações circulatórias, prevenindo o surgimento de doenças como acidente vascular cerebral (AVC), infarto ou aterosclerose”, esclarece.

As doenças do sistema circulatório estão interligadas com o mecanismo cardíaco envolvendo veias, artérias e alguns órgãos responsáveis por filtrar, bombear, oxigenar e distribuir o sangue para o corpo. Entre as doenças circulatórias, destacam-se: AVC, isquemia cerebral, angina, arritmia, miocardiopatia, aterosclerose, cardiopatia congênita, doença arterial coronariana, hipertensão, e doenças vascular perifericas.

“A origem pode ser hereditária. Algumas pessoas nascem com algum tipo de anomalia no sistema circulatório que podem ser controladas com boa alimentação, cuidados com higiene, atividades físicas e evitando o consumo de bebidas alcoólicas e fumo”, destaca Elwing.

A importância deste check-up na gestação
Quem deseja engravidar deve apostar em um check-up completo para avaliar suas condições de saúde. Isso porque durante a gestação, a mulher corre um risco maior de apresentar complicações vasculares, como trombose venosa profunda. Afinal, a elevação hormonal pode alterar a viscosidade sanguínea e provocar coagulação causando riscos para o bebê e para a mãe. Um check-up identifica possíveis problemas facilitando sua prevenção e tratamento.

“A gestante necessita de mais oxigênio e nutrientes para que consiga desenvolver uma gravidez sem complicações. Devido às mudanças no corpo e, principalmente, às modificações no sistema cardiovascular feminino, a gestante pode sentir palpitações, aumento da capacidade cardíaca, compressão da veia cava e retorno venoso dificultado”, detalha Elwing.

Como é feito?
O check-up vascular é realizado por meio de um equipamento que mede a espessura e o grau de calcificações das artérias, além da realização de exames clínicos e laboratoriais. “Os exames permitem uma análise criteriosa morfológica dos vasos sanguíneos e também revelam informações da situação hemodinâmica e funcional da circulação sanguínea do paciente”, afirma Elwing.

Quais exames são feitos?
Eco-doppler colorido, angiotomografia arterial e/ou venosa e fotopletismografia e pletismografia a ar. Por meio deles, é possível fazer uma análise completa da circulação sanguínea e detectar a presença de tromboflebites, estreitamentos, obstruções, aneurismas, além de esclarecer dores e inchaços nas pernas e presença de varizes. “Esse diagnóstico completo permite elaborar um plano de prevenção eficaz para combater as doenças circulatórias”, informa.

Cuide da sua saúde
Manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos é a maneira mais eficaz de cuidar do sistema circulatório. O angiologista Ary Elwing revela algumas dicas para não sofrer de doenças circulatórias, confira:

Pratique mais
Espante a preguiça e exercite-se! A atividade física regular mantém o bom funcionamento do fluxo sanguíneo no corpo, reduzindo as chances de surgir doenças do aparelho circulatório.

Pare de fumar e controle o álcool
Dependendo da gravidade da doença, o fumo pode levar à morte. Por isso, é melhor evitá-lo completamente. Já o álcool pode agravar o estágio da doença. Portanto, evite consumir doses exageradas de bebidas alcoólicas.

De olho nos ponteiros da balança
Pessoas com excesso de peso são mais suscetíveis às doenças cardiovasculares. Por esse motivo, é importante aderir a uma dieta balanceada e praticar atividade física para reduzir o peso de forma saudável.

Alimentação rica em vegetais e frutas
Os vegetais frescos e as frutas influenciam na circulação sanguínea. Prefira consumir peixes, amêndoas, nozes, óleo de soja, carnes magras e laticínios.

Fonte: http://www.buscasaude.com.br/

Mães, parabéns pelo seu dia!

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Saiba tudo sobre Implante Capilar

O Implante ou transplante capilar tem desenvolvido tremendamente na última década. Os resultados ‘cabelo de boneca’ ficaram para trás, e a era de unidades foliculares finalmente chegou. Com esta técnica, junto com novos instrumentos, o cirurgião especialista poderá criar uma aparência natural dos cabelos transplantados, adequada à cada paciente individualmente. A cirurgia da restauração capilar é um procedimento complexo, que requer habilidade tanto cirúrgica quanto artística.

 

Entenda o procedimento. 

Perda de cabelo e calvície são, muitas vezes, uma parte inesperada e indesejada da vida. Felizmente, com os recentes avanços na tecnologia, a perda de cabelo pode ser diminuída ou interrompida e existem soluções para o afinamento do cabelo e a calvície. Os transplantes capilares são uma solução efetiva e permanente para a reposição capilar em candidatos adequados. As técnicas de transplante capilar têm sido usadas desde o início dos anos cinquenta. Entretanto, diferentemente dos primeiros procedimentos que eram conhecidos por cultivar cabelos em montinhos, ou que cresciam em ângulos esquisitos, as técnicas de transplante capilar de hoje evoluíram para procedimentos altamente precisos que usam implantes muito menores e produzem cabelo uniforme, de aparência natural, em áreas onde houve perda capilar.

Para entender como funcionam os transplantes capilares, é útil conhecer algumas noções básicas sobre a anatomia capilar. Um cabelo típico é formado por haste, que é a parte que você pode ver acima da pele, e o folículo capilar, sob a superfície. O cabelo tende a crescer em pequenos feixes, que são chamados de unidades foliculares. Uma unidade folicular consiste de 1-4 folículos capilares com cabelos inteiros, 1-2 vellus finos, glândulas sebáceas, um pequeno músculo, nervos, e vasos sanguíneos. Cada unidade folicular está envolvida por uma faixa de colágeno e estas unidades podem ser consideradas estruturas independentes, quando vistas de perfil sob o microscópio. Na superfície, as unidades foliculares aparecem como um pequeno grupo de cabelos crescendo juntos. Os transplantes capilares realocam unidades foliculares intactas de uma área doadora segura, na parte de trás e nos lados da cabeça, para áreas calvas ou afinadas. Os folículos retirados das áreas doadoras não são geneticamente inclinados para a calvície e, uma vez transplantados, continuarão a produzir cabelo durante a vida do paciente.

Tipos de transplantes
Existe uma variedade de técnicas de transplante capilar e duas das técnicas mais populares hoje são conhecidas como transplantes de micro/mini-enxertia e unidade folicular. Ambos os processos podem ser feitos com a dissecação de uma pequena faixa de folículos capilares da área doadora. Os transplantes de unidade folicular também podem ser retirados num processo chamado extração da unidade folicular (FUE), onde um “punch” de um milímetro ou menos de diâmetro é utilizado para remover as unidades foliculares individuais. Ao retirar os folículos de uma faixa, a diferença-chave entre os transplantes de micro/mini-enxertia e unidade folicular é que os micro/mini-enxertos são dissecados manualmente em mini-enxertos de um a seis cabelos com pele entre os folículos, enquanto o método da unidade folicular leva a faixa sob o microscópio para remover a pele sem cabelo interfolicular e disseca manualmente as unidades foliculares individuais, contendo de um a quatro cabelos.

Que procedimento devo usar?
A determinação da técnica de transplante capilar correta para você é uma questão de escolha pessoal, baseada em fatores tais como tempo do procedimento, tempo que você está disposto a esperar pelos resultados e número de procedimentos necessários. Em geral, a micro/mini-enxertia pode transplantar mais cabelos de uma vez e os transplantes de unidade folicular são mais lentos, mas podem criar uma aparência mais natural. Entre os procedimentos da unidade folicular, o procedimento da retirada da faixa é mais rápido e, em geral, menos caro que a extração da unidade folicular. A técnica FUE produz cicatrizes múltiplas, extremamente pequenas, que são difíceis de perceber, e o procedimento da faixa produz uma única cicatriz, que pode ser disfarçada sob o cabelo existente. Esta animação irá examinar, principalmente, os transplantes de unidade folicular, mas cada um dos tratamentos pode produzir os resultados desejados.

Procedimento de doação
Os transplantes capilares necessitam de dois procedimentos cirúrgicos: um, para a obtenção das unidades foliculares, e outro, para o implante dos enxertos. Ambos os procedimentos são realizados durante a mesma consulta. Seu escalpo será esfregado com uma solução desinfetante e um anestésico local, que, em geral, é composto de lidocaína e epinefrina, será injetado para adormecer a área e ajudar a controlar o sangramento. Uma incisão ou “punch” será utilizada para cortar verticalmente o escalpo para recolher os cabelos do doador sem danificar as unidades foliculares. Em geral, as incisões são profundas o suficiente para recolher a unidade folicular inteira, assim como alguma gordura que pode ser coletada enquanto se trabalha com os enxertos. A técnica FUE irá remover unidades foliculares individuais. A técnica de faixa implica a coleta de uma faixa fina de tecido doador, que é, em seguida, dividido em enxertos de unidades foliculares individuais por uma equipe de técnicos. Após o recolhimento do tecido doador, a região é suturada e fechada com pontos ou pequenos grampos.

Procedimento de recebimento
O transplante de unidades foliculares na área receptora exige a realização de incisões múltiplas, muito pequenas, com a espessura de uma agulha, para posicionar cada unidade folicular ou microenxerto. Uma pequena lâmina ou agulha pode ser utilizada para realizar cada incisão na profundidade apropriada para os enxertos capilares. Normalmente, no processo de reposição, é utilizada uma combinação de unidades foliculares. Unidades capilares individuais são normalmente utilizadas na linha de frente (“hairline”). Unidades com dois ou mais cabelos são utilizadas atrás da linha de frente e aquelas com três ou quatro cabelos são utilizadas mais atrás para aumentar o volume. A densidade das unidades transplantadas também aumenta atrás da linha de frente. Os transplantes são colocados de modo aleatório e irregular, para imitar a natureza, e o médico deve tomar cuidado para posicioná-los de acordo com o ângulo e direção em que os cabelos irão crescer, para o resultado ser uma linha de frente com aparência natural. Após o transplante, as incisões da área recebedora irão cicatrizar em poucos dias.

Recuperação e resultados
O escalpo contém um grande número de vasos e, imediatamente após o transplante, o tecido circundante começa a nutrir os folículos transplantados. Você deve ser capaz de voltar ao trabalho e à maior parte das atividades normais no dia seguinte ao procedimento, mas deve evitar exercícios exaustivos ou levantamento de peso até que algum ponto não absorvível na área doadora seja removido, em 7 a 12 dias. Quando a cicatrização começa, algumas crostas podem se desenvolver na base do enxerto. Após vários dias, estas podem ser removidas suavemente durante a lavagem. A maior parte dos cabelos transplantados irá cair cerca de 2 a 4 semanas após a cirurgia, mas os folículos irão permanecer e o cabelo que foi transplantado pode necessitar de 3 a 5 meses para começar a crescer. Uma vez que o cabelo comece a crescer, haverá uma progressiva melhora cosmética, que irá continuar por até 12 a 15 meses após a cirurgia.

Independentemente da técnica de transplante escolhida, você pode necessitar de um segundo ou mesmo possivelmente de um terceiro procedimento, dependendo da extensão da sua perda capilar e do grau de cobertura desejado. Em geral, os procedimentos de acompanhamento são realizados em cerca de oito meses, quando todos os enxertos implantados estão crescidos. Como alguns dos cabelos ao redor do transplante podem continuar a cair, um transplante capilar futuro pode ser recomendável para manter uma cobertura igualada. Consulte um profissional de reposição capilar, que irá considerar o seu padrão particular de calvície, o grau de perda capilar e as suas necessidades, de modo a determinar a melhor técnica e a quantidade de cobertura para obter resultados excelentes para a aparência que você deseja.

Fonte: Site do Dr. Erik Nery

www.eriknery.com.br

 

Saiba mais sobre Otoplastia

Ninguém gosta de ser apelidado de Dumbo só porque a orelha tem um formato estético, digamos “fora do padrão”. São as famosas “orelhas de abano”. Porém, é um dos muitos problemas que podem ser facilmente resolvidos com uma pequena e simples cirurgia. A cirurgia estética para corrigir as orelhas é chamada de otoplastia.

A Otoplastia é uma cirurgia que visa dois objetivos principais: diminuir a projeção das orelhas (rodando as conhcas posteriormente) e refazer a antihélice. A incisão costuma ficar na região posterior do pavilhão auricular e a cartilagem é remodelada com pontos, incisões ou raspagem.

 

01)  A CIRURGIA DA ORELHA EM ABANO DEIXA CICATRIZES?

A cicatriz desta cirurgia é pouco visível, por localizar-se atrás da orelha, no sulco formado por esta e o crânio. Além do mais, como se trata de região de pele muito fina, a própria cicatriz tende a ficar imperceptível, mesmo em algumas técnicas que utilizam pequenas incisões na face anterior.

Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertófica e quelóide). Este fato deverá ser discutido, durante a consulta inicial, bem como suas características familiares. Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos freqüentemente este tipo de cicatriz.

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. A cicatriz hipertrófica ou quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando teremos a oportunidade de fazer a avaliação da fase em que se encontra.

02)  EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?

Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir, entretanto, o “período imediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico.

03)  QUAL O TIPO DE ANESTESIA?

Crianças: geralmente com anestesia geral. Adultos: geralmente anestesia local com ou sem sedação.

04)  QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?

Meio período até um dia, dependendo do tipo de anestesia e idade do(a) paciente.

05)  QUANTO TEMPO DEMORA O ATO CIRÚRGICO?

Geralmente em torno de 90 a 120 minutos. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

06)  HÁ PERIGO NESTA CIRURGIA?

Todo ato médico inclui no seu bojo, um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente.

07) HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?

Certo incômodo poderá ocorrer no pós-operatório. Quando houver esta intercorrência, ela é combatida com analgésicos comuns.

08)  COMO É O CURATIVO?

No primeiro dia, é feito um curativo do tipo envoltório com faixa e fita crepe. Depois, protege-se a orelha com faixa ou bandana, a fim de evitar traumatismos locais.

09)  QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?

Em torno do 14o. dia.

10)  EM QUANTO TEMPO SE ATINGIRÁ O RESULTADO DEFINITIVO?

Assim que se retira o curativo já teremos em torno de 80 % do resultado almejado. Após 12 semanas, o resultado será definitivo.

11)  NÃO HÁ O RISCO DE “VOLTAR O ABANO” APÓS A CIRURGIA?

O resultado é geralmente definitivo, mas como tudo em medicina não se pode dar garantia de resultado. Em caso de recidiva (“voltar o abano”) é possível cirurgia de correção. Nestes casos os custos de materiais hospitalares, taxas de sala, anestésicos, medicamentos e outros custos serão por conta do paciente mesmo que o cirurgião opte por não estabelecer honorários.
RECOMENDAÇÕES SOBRE A CIRURGIA DE ORELHA EM ABANO

A) PRÉ- OPERATÓRIO:

1. Obedecer às instruções dadas para a internação.
2. Comunicar qualquer anormalidade que eventualmente ocorra, quanto ao seu estado geral.
3. Na eventualidade de se optar pela anestesia geral, vir “em jejum absoluto” de no mínimo 8 horas e não trazer objetos de valor para o hospital.
4. Vir acompanhada para a internação.
5. Evitar uso de brincos anéis, alianças, piercings, esmaltes coloridos nas unhas, etc.
6. Evitar uso de medicações que contenham ácido acetil salicílico ou salicilatos em sua fórmula ( Aspirina®, AAS®, Melhoral ®, alguns anti-gripais). Evitar uso de GINKO BILOBA, ARNICA e VITAMINA E. Todos devem ser suspensos 10 dias antes da cirurgia, ou a critério médico. Comunique a equipe médica em caso de necessidade de medicação diferente da habitual.
7. Não fumar

B) PÓS- OPERATÓRIO:

1. Evitar sol, friagem, vento e traumatismos locais por um período de 14 dias.
2. Comparecer ao consultório para controle pós-operatório, nos dias indicados.
3. Obedecer à prescrição médica.
4. Poderá retornar às atividades escolares, profissionais, etc quatro a cinco dias após a cirurgia.
5. Alimentação livre, a partir do segundo dia, principalmente à base de proteínas ( carnes, leite, ovos ) e vitaminas (frutas).

 

Fonte: Site do Dr. Erik Nery e Cultura Mix.com

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Cuidados pós-operatório

Após a cirurgia plástica é hora de cuidar do pós-operatório e tudo deve ser seguido a risca para evitar cicatrizes, inflamações e inchaços. Leia alguns cuidados essenciais:

– Repouso.

– Siga as instruções do médico para movimentos na área operada.

– Medicamentos e dor: pergunte ao médico quais remédios você pode tomar em caso de dor e tome  nos horários corretos.

– Curativos: volte a clínica para troca de curativos nos dias agendados.

– Alimentações leves.

– Veja com o médico como será o procedimento de banho. Se a recomendação for não lavar o local, não lave.

– Veja se você pode fazer tratamento de drenagem linfática na área para evitar hematomas.

– Use cintas sempre que for possível e indicado.

– Não se preocupe com as formas intermediárias nas diversas fases.

Fonte: www.cirugiaplastica.com.br

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Plástica pós-gravidez: riscos ao corpo

Toda mulher sonha em manter o mesmo corpinho de antes da gravidez. A gestação é uma fase marcada por inúmeras transformações no corpo. Por isso, muitas acham que a única solução é fazer cirurgias plásticas. Mas essa tática pode não ser tão saudável.

A ditadura social impõe que a “magreza” é o padrão de beleza. Isso pode afetar a auto-estima da mamãe, que teve o seu bebê e está amamentando. A mamãe se sente gorda, inchada, com a pele flácida e os seios caídos. Não se acha atraente para o seu marido e pensa que ele não vai mais gostar dela, procurando outra mulher com o corpo em forma.

E a primeira coisa que aparece no pensamento da mamãe é voltar em forma o mais rápido possível. Aí mora o perigo. A grande maioria rejeita exercícios de resultados a longo prazo, pensando em resultados imediatos (pra “ontem”) para acabar de vez com as gordurinhas extras. A solução é a cirurgia plástica.

As cirurgias plásticas, entretanto, não devem ser feitas logo após o parto, conforme recomenda os médicos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Benedito Vieira e George Soares. Após o parto, a mamãe está em fase de regressão do inchaço natural da gravidez e sob efeito de alterações hormonais, com o corpo voltando ao seu estado natural.

“Uma lipoaspiração só poderá ser realizada em torno de um ano após o parto e a colocação de prótese mamária só depois de oito meses e fora do período de amamentação”, frisam os médicos.

Corpinho em forma e sem bisturi – A receita pode parecer batida, mas é primordial: as mulheres devem se preocupar com uma vida saudável antes, durante e depois da gravidez, sempre tomando cuidados especiais. Não adianta querer perder em dois dias o que se ganhou em nove meses. A perda de peso e a volta do corpo ao normal é gradativa.

Com certeza voltará ao seu peso normal mais rápido aquela mamãe que cumpriu à risca os seguintes mandamentos

a-) praticou exercícios físicos

b-) tinha uma alimentação saudável e continuou com esses hábitos durante a gestação

c-) não engordou mais que o recomendado (cerca de 12 quilos)

d-) cuidou da hidratação da pele

e-) fez um bom pré-natal e que depois do parto realizou uma alimentação adequada para quem está amamentando

f-) fez exercícios recomendados por um profissional especializado para o pós-parto.

Fazer alguma cirurgia estética no mesmo instante que se faz o parto (seja ele cesárea ou normal) é extremamente contra-indicado.

“Todos os riscos estão muito aumentados nessa situação, pois os tecidos estão muito infiltrados devido à ação dos hormônios da gravidez. Os vasos sangüíneos estão mais dilatados e o risco de hemorragias aumenta. O trauma cirúrgico torna-se exacerbado, prejudicando a recuperação e a saúde. Qualquer cirurgia nas mamas em fase de amamentação fica mais susceptível a infecções, formações de cistos e processos inflamatórios graves”, afirmam os médicos.

Amamentar ajuda a recuperar o corpo - A amamentação é um dos fatores que faz com que o corpo da mulher volte ao natural mais rápido, destaca a fonoaudióloga Jamile Elias, especialista em amamentação.

Jamile conta que a mulher perde muitas calorias quando amamenta seu bebê. Além disso, o hormônio jogado no corpo durante a amamentação faz com que o útero se contraia e volte ao seu tamanho normal. Por isso muitas mulheres sentem cólicas ao amamentar.

Fonte: www.guiadobebe.uol.com.br

Entenda como escolher a prótese de silicone ideal para seu bumbum

 

O nome técnico da cirurgia de implante da prótese de silicone no bumbum é gluteoplastia de aumento. Ela tem sido cada vez mais procurada por celebridades.

Segundo especialistas, a operação deixa marcas muito pequenas. Nessa técnica, o médico faz dois cortes, de 5 centímetros cada, nas dobras das nádegas. “Essa região só é vista quando a pessoa está sentada”, resume o cirurgião plástico Vinícius Melgaço, de Belo Horizonte. O corte atinge o músculo glúteo maior, que fica abaixo da pele e de uma camada de gordura.

No meio do músculo, o cirurgião plástico instala a prótese de silicone e fecha o músculo com pontos internos que são absorvidos pelo corpo. A parte externa é costurada com pontos ou selada com cola médica.

A operação dura de duas a quatro horas e requer anestesia geral ou peridural (sedação abaixo do abdômen). Ela deve ser feita em hospital com UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para socorro em caso de complicações.

Quais são os formatos?
Há as próteses redondas, usadas para levantar o bumbum, e as ovais, que preenchem os buracos nas laterais dos glúteos. “Os dois tipos contêm um silicone em gel mais duro que o das próteses para seios, o que reduz o risco de vazamentos”, explica o cirurgião André Colaneri, de São Paulo.

Qual é o tamanho mais indicado?
As próteses variam de 200 a 500 mililitros. Há maiores, mas elas podem ficar artificiais. Antes da cirurgia, converse com o médico. Só ele é capaz de avaliar o tamanho mais indicado para você. Isso é feito a partir do tamanho do quadril, da espessura do glúteo maior e da camada de gordura.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/beleza/reportagem/tratamentos/cirurgioes-apontam-como-escolher-protese-silicone-bumbum-637344.shtml

O corpo reconstruido

cirurgia plásticaO Brasil realiza mais de meio milhão de cirurgias plásticas por ano. A maioria delas é estética, com destaque para as festejadas lipoaspirações.

Porém, um número significativo de pessoas, cerca de 40%, submete-se a esse tipo de tratamento com outra finalidade: reparar uma deformidade de nascença ou adquirida no decorrer da vida, que muitas vezes compromete a funcionalidade do organismo — além de provocar profundos danos psicológicos. São homens e mulheres que sofreram queimaduras, acidentes, infecções, tumores e sequelas de procedimentos cirúrgicos. Cada caso é único. Mas certamente todos se fizeram a mesma pergunta antes de chegar à mesa de operação: é possível reconstruir meu corpo e dissimular as deformações?

A resposta, claro, é sim. O que não significa que o cirurgião-plástico é uma divindade capaz de realizar milagres. Mutilações, queimaduras de terceiro grau extensas, processos infecciosos mais graves ou suturas malfeitas deixam cicatrizes importantes, em geral difíceis de serem tratadas. Por isso, a primeira medida que se deve tomar, antes de decidir por uma cirurgia plástica, é saber do médico o que realmente ele pode fazer. “Não existem porções mágicas, mas já temos recursos para trabalhar de forma bastante eficiente a reconstrução de peles, cartilagens, músculos, ossos, mucosas e nervos”, garante Douglas Jorge, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

O princípio da cirurgia plástica é o transplante de pele, que já era feito na Índia 600 anos antes de Cristo — sem anestesia e fios de sutura, evidentemente. “Hoje, fazemos a dissimulação das marcas, usando basicamente duas técnicas: o retalho cutâneo, em que mantemos o tecido irrigado de sangue durante a operação; e os enxertos ou transplantes livres, em que retiramos totalmente a pele de uma região e a aplicamos em outra”, resume o cirurgião-plástico.

Avanço microcirúrgico
O grande avanço da medicina nessa área é a microcirurgia, que nos permite, por exemplo, suturar nervos, interligando suas terminações neurais, de forma mais precisa.

“A técnica também possibilita a sutura de vasos sangüíneos do tecido transplantado na região receptora, o que tem permitido até o uso de retalhos complexos, constituídos por vários tipos de tecidos, como o que ocorreu no transplante de face”, complementa a cirurgiã-plástica Deusa Pires Rodrigues, também membro da SBCP. Mas a médica destaca que a cirurgia plástica costuma ser a última etapa do processo de reconstrução. “No caso de um acidentado de carro com lesão de face e traumatismo craniano, por exemplo, o cirurgião-geral e o neurocirurgião agem primeiro, um avaliando e estancando qualquer hemorragia e o outro evitando qualquer aumento de pressão intracraniana.”

Outras duas técnicas, bastante utilizadas nas plásticas estéticas, também podem servir às cirurgias reparadoras. Uma é a lipoaspiração, que consiste na remoção de gordura subcutânea através de um instrumento de sucção. “Há doenças em que há acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo, como a síndrome adiposa genital. Nesses casos, há a necessidade de uma lipoaspiração”, ilustra o cirurgião Douglas Jorge. A outra é a prótese de silicone, aplicada em diversos tratamentos, como a reconstrução mamária após uma mastectomia (retirada da mama devido ao câncer que atinge a região).

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/48/artigo51731-2.asp

 

Implantes para Contorno Corporal

Os implantes para contorno corporal são indicados para aumentar ou realçar os contornos e formas do corpo em regiões como glúteos e panturrilha. Podem ser usados também para cirurgias de reparação ou reconstrução nestas áreas, como anomalias congênitas ou sequelas de traumas.

Implante Glúteo Quartzo Star

Constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel ou elastômero de silicone na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado.

Usado para a correção de atrofias, em cirurgias estéticas ou reparadoras. É apresentado nas formas oval e redonda, de modo a adaptar-se às diferenças anatômicas e anseios de cada paciente.

Implante Glúteo

Constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel ou elastômero de silicone na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado.

Usado para a correção de atrofias, em cirurgias estéticas ou reparadoras. É apresentado nas formas oval e redonda, de modo a adaptar-se às diferenças anatômicas e anseios de cada paciente.

Implante de Panturrilha

Constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel ou elastômero de silicone na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado. Indicado para a correção de desigualdades ou irregularidades das pernas, em cirurgias estéticas ou reparadoras

Fonte: http://www.silimedbrasil.com.br/