Saiba tudo sobre Implante Capilar

O Implante ou transplante capilar tem desenvolvido tremendamente na última década. Os resultados ‘cabelo de boneca’ ficaram para trás, e a era de unidades foliculares finalmente chegou. Com esta técnica, junto com novos instrumentos, o cirurgião especialista poderá criar uma aparência natural dos cabelos transplantados, adequada à cada paciente individualmente. A cirurgia da restauração capilar é um procedimento complexo, que requer habilidade tanto cirúrgica quanto artística.

 

Entenda o procedimento. 

Perda de cabelo e calvície são, muitas vezes, uma parte inesperada e indesejada da vida. Felizmente, com os recentes avanços na tecnologia, a perda de cabelo pode ser diminuída ou interrompida e existem soluções para o afinamento do cabelo e a calvície. Os transplantes capilares são uma solução efetiva e permanente para a reposição capilar em candidatos adequados. As técnicas de transplante capilar têm sido usadas desde o início dos anos cinquenta. Entretanto, diferentemente dos primeiros procedimentos que eram conhecidos por cultivar cabelos em montinhos, ou que cresciam em ângulos esquisitos, as técnicas de transplante capilar de hoje evoluíram para procedimentos altamente precisos que usam implantes muito menores e produzem cabelo uniforme, de aparência natural, em áreas onde houve perda capilar.

Para entender como funcionam os transplantes capilares, é útil conhecer algumas noções básicas sobre a anatomia capilar. Um cabelo típico é formado por haste, que é a parte que você pode ver acima da pele, e o folículo capilar, sob a superfície. O cabelo tende a crescer em pequenos feixes, que são chamados de unidades foliculares. Uma unidade folicular consiste de 1-4 folículos capilares com cabelos inteiros, 1-2 vellus finos, glândulas sebáceas, um pequeno músculo, nervos, e vasos sanguíneos. Cada unidade folicular está envolvida por uma faixa de colágeno e estas unidades podem ser consideradas estruturas independentes, quando vistas de perfil sob o microscópio. Na superfície, as unidades foliculares aparecem como um pequeno grupo de cabelos crescendo juntos. Os transplantes capilares realocam unidades foliculares intactas de uma área doadora segura, na parte de trás e nos lados da cabeça, para áreas calvas ou afinadas. Os folículos retirados das áreas doadoras não são geneticamente inclinados para a calvície e, uma vez transplantados, continuarão a produzir cabelo durante a vida do paciente.

Tipos de transplantes
Existe uma variedade de técnicas de transplante capilar e duas das técnicas mais populares hoje são conhecidas como transplantes de micro/mini-enxertia e unidade folicular. Ambos os processos podem ser feitos com a dissecação de uma pequena faixa de folículos capilares da área doadora. Os transplantes de unidade folicular também podem ser retirados num processo chamado extração da unidade folicular (FUE), onde um “punch” de um milímetro ou menos de diâmetro é utilizado para remover as unidades foliculares individuais. Ao retirar os folículos de uma faixa, a diferença-chave entre os transplantes de micro/mini-enxertia e unidade folicular é que os micro/mini-enxertos são dissecados manualmente em mini-enxertos de um a seis cabelos com pele entre os folículos, enquanto o método da unidade folicular leva a faixa sob o microscópio para remover a pele sem cabelo interfolicular e disseca manualmente as unidades foliculares individuais, contendo de um a quatro cabelos.

Que procedimento devo usar?
A determinação da técnica de transplante capilar correta para você é uma questão de escolha pessoal, baseada em fatores tais como tempo do procedimento, tempo que você está disposto a esperar pelos resultados e número de procedimentos necessários. Em geral, a micro/mini-enxertia pode transplantar mais cabelos de uma vez e os transplantes de unidade folicular são mais lentos, mas podem criar uma aparência mais natural. Entre os procedimentos da unidade folicular, o procedimento da retirada da faixa é mais rápido e, em geral, menos caro que a extração da unidade folicular. A técnica FUE produz cicatrizes múltiplas, extremamente pequenas, que são difíceis de perceber, e o procedimento da faixa produz uma única cicatriz, que pode ser disfarçada sob o cabelo existente. Esta animação irá examinar, principalmente, os transplantes de unidade folicular, mas cada um dos tratamentos pode produzir os resultados desejados.

Procedimento de doação
Os transplantes capilares necessitam de dois procedimentos cirúrgicos: um, para a obtenção das unidades foliculares, e outro, para o implante dos enxertos. Ambos os procedimentos são realizados durante a mesma consulta. Seu escalpo será esfregado com uma solução desinfetante e um anestésico local, que, em geral, é composto de lidocaína e epinefrina, será injetado para adormecer a área e ajudar a controlar o sangramento. Uma incisão ou “punch” será utilizada para cortar verticalmente o escalpo para recolher os cabelos do doador sem danificar as unidades foliculares. Em geral, as incisões são profundas o suficiente para recolher a unidade folicular inteira, assim como alguma gordura que pode ser coletada enquanto se trabalha com os enxertos. A técnica FUE irá remover unidades foliculares individuais. A técnica de faixa implica a coleta de uma faixa fina de tecido doador, que é, em seguida, dividido em enxertos de unidades foliculares individuais por uma equipe de técnicos. Após o recolhimento do tecido doador, a região é suturada e fechada com pontos ou pequenos grampos.

Procedimento de recebimento
O transplante de unidades foliculares na área receptora exige a realização de incisões múltiplas, muito pequenas, com a espessura de uma agulha, para posicionar cada unidade folicular ou microenxerto. Uma pequena lâmina ou agulha pode ser utilizada para realizar cada incisão na profundidade apropriada para os enxertos capilares. Normalmente, no processo de reposição, é utilizada uma combinação de unidades foliculares. Unidades capilares individuais são normalmente utilizadas na linha de frente (“hairline”). Unidades com dois ou mais cabelos são utilizadas atrás da linha de frente e aquelas com três ou quatro cabelos são utilizadas mais atrás para aumentar o volume. A densidade das unidades transplantadas também aumenta atrás da linha de frente. Os transplantes são colocados de modo aleatório e irregular, para imitar a natureza, e o médico deve tomar cuidado para posicioná-los de acordo com o ângulo e direção em que os cabelos irão crescer, para o resultado ser uma linha de frente com aparência natural. Após o transplante, as incisões da área recebedora irão cicatrizar em poucos dias.

Recuperação e resultados
O escalpo contém um grande número de vasos e, imediatamente após o transplante, o tecido circundante começa a nutrir os folículos transplantados. Você deve ser capaz de voltar ao trabalho e à maior parte das atividades normais no dia seguinte ao procedimento, mas deve evitar exercícios exaustivos ou levantamento de peso até que algum ponto não absorvível na área doadora seja removido, em 7 a 12 dias. Quando a cicatrização começa, algumas crostas podem se desenvolver na base do enxerto. Após vários dias, estas podem ser removidas suavemente durante a lavagem. A maior parte dos cabelos transplantados irá cair cerca de 2 a 4 semanas após a cirurgia, mas os folículos irão permanecer e o cabelo que foi transplantado pode necessitar de 3 a 5 meses para começar a crescer. Uma vez que o cabelo comece a crescer, haverá uma progressiva melhora cosmética, que irá continuar por até 12 a 15 meses após a cirurgia.

Independentemente da técnica de transplante escolhida, você pode necessitar de um segundo ou mesmo possivelmente de um terceiro procedimento, dependendo da extensão da sua perda capilar e do grau de cobertura desejado. Em geral, os procedimentos de acompanhamento são realizados em cerca de oito meses, quando todos os enxertos implantados estão crescidos. Como alguns dos cabelos ao redor do transplante podem continuar a cair, um transplante capilar futuro pode ser recomendável para manter uma cobertura igualada. Consulte um profissional de reposição capilar, que irá considerar o seu padrão particular de calvície, o grau de perda capilar e as suas necessidades, de modo a determinar a melhor técnica e a quantidade de cobertura para obter resultados excelentes para a aparência que você deseja.

Fonte: Site do Dr. Erik Nery

www.eriknery.com.br

 

Manual do silicone: tudo o que você precisa saber sobre prótese

Considerado um dos pontos mais delicados da cirurgia de implante de prótese de silicone, o tamanho da prótese a ser escolhida depende de vários aspectos. “Primeiramente, a paciente deve ter uma conversa aberta com seu cirurgião, que vai tirar todas as dúvidas sobre a cirurgia, avaliará seu perf­il f­ísico, psicológico, cicatrização e principalmente a proporcionalidade de suas formas. O cirurgião também realizará várias fotos pré-operatórias e mostrará diversos resultados de cirurgias de implante de prótese de silicone antes/depois, de modo a orientá-la bem nessa delicada escolha. Por f­im, ele deve sempre respeitar o desejo da paciente, ou seja, a decisão deve ser de certa forma democrática, porém com limitações, tentando sempre alertar a paciente quanto a possíveis exageros”, diz Alexandre Barbosa, cirurgião plástico e membro da SBCP (SP).

Um bom tamanho de prótese de silicone é aquele que mais se harmoniza com a silhueta e o contorno corporal da paciente, de modo que ninguém seja capaz de perceber que se trata de uma prótese de silicone, dando naturalidade ao resultado.

Deve-se tomar cuidado para não cruzar a tênue linha que separa a normalidade estética do exagero e da artif­icialidade. Helio Caprio explica que é possível simular como será o aspecto dos seios com o tamanho de prótese escolhido pela paciente com o simulador virtual 3D e-stetix.

“Tiramos três fotograf­ias da paciente e as enviamos ao site. As imagens são manipuladas e enviadas de volta já com o aspecto esperado e o volume escolhido. Tudo é feito online”, a­firma o médico. Segundo ele, a vantagem do simulador é que as imagens são divers­ficadas, e as pacientes aparecem com diversos tipos de roupas. “São dadas várias opções: com vestido, blusa decotada, biquíni, e até sem roupa. É um recurso que pode dar mais segurança na hora de decidir sobre o tamanho da prótese”, explica.

Quando o corpo rejeita o silicone

 

A evolução do silicone foi essencial para reduzir os casos de vazamento e de contratura capsular. A contratura nada mais é do que uma reação natural do organismo para se defender. “Formada ao redor da prótese pode f­icar dura e contrair o implante, alterando a forma da mama”, explica Alexandre Barbosa.

As primeiras próteses de mama de silicone fabricadas tinham a superf­ície lisa, que possui o maior índice de contratura capsular, por isso a cada cem implantes realizados, um f­icava duro. A partir de meados dos anos 1970 surgiram as próteses de espuma de poliuretano, o que fez que o endurecimento caísse na proporção de um a cada mil.

E, f­inalmente, na década de 1980 surgiram os implantes de prótese de silicone texturizadas, em uma tentativa de imitar o efeito rugoso da espuma de poliuretano. “Hoje, a chance de encapsulamento da prótese é mínima, menos de 1%. Mas é bom que a paciente seja alertada que qualquer prótese pode ser rejeitada pelo organismo”, alerta Rogério Schutzler Gomes, cirurgião plástico e membro titular da SBCP (SC).

Até os anos 1990, as próteses entre 120 ml e 140 ml eram as mais procuradas. Na última década, a média ­ficou em torno de 200 ml e 250 ml. Agora, a de 305 ml é a que mais sai. Dados da Silimed (empresa de próteses de silicone).

Questão de toque

 

Além do formato e do tamanho, agora já é possível def­inir também a consistência das próteses de silicone. Segundo Helio Caprio, cirurgião plástico e membro titular da SBCP (RJ), as próteses mais antigas eram líquidas demais, ofereciam perigo de vazamento e faziam dobras. Hoje é possível contar com três tipos de recheios.

“O de densidade 1 é mais macio e com maior mobilidade sob o seio. O intermediário, conhecido também como soft touch, é discretamente mais ­firme. O 3 é altamente coesivo, mais usado em casos em que a própria f­irmeza da prótese ajuda a esculpir a mama”, explica.

Vale lembrar que a escolha da consistência da prótese leva em conta o tipo de pele da paciente. “Se o desejo é ter seios mais exuberantes, o ideal é o do tipo 1, que aumenta o volume e mantém o balanço. Se a intenção é turbinar mamas ­flácidas, o mais indicado é o do tipo 2, que vai dar mais ­firmeza. Já para casos de assimetria ou reconstrução mamária, o ideal é o terceiro, desenvolvido para preencher implantes anatômicos”, exemplif­ica o especialista.

 

Fonte: www.corpoacorpo.uol.com.br

Detalhes da pós-obesidade

As grandes perdas de peso através de regime ou cirurgia bariátrica (popularmente conhecida como redução do estômago) proporcionam uma grande redução da gordura corporal e com isso, uma grande melhora na auto-estima. O problema é que a pele não acompanha essa redução de gordura e pode tornar-se flácida, principalmente no abdome, mamas, braços, coxas, etc.

É importante relatar que há uma variação individual neste processo e que cada pessoa poderá ter maior ou menor grau de flacidez em determinados locais.

Os candidatos a cirurgia para a “redução de estômago” são obesos mórbidos, isto é, que têm índice de massa corporal maior que 40 (IMC > 40) ou maior que 35, quando associados com alguma doença, como hipertensão arterial, diabetes, apnéia do sono, artrites e outros relacionados à obesidade. O índice de massa corporal é calculado pelo peso (em quilos) dividido pela altura (em metros) ao quadrado.

 IMC  =  PESO (KG) / ALTURA (M) X ALTURA (M)

Um paciente que foi submetido à cirurgia bariátrica deve aguardar geralmente um ano, até a estabilização do peso e assim, programar as cirurgias plásticas para corrigir a flacidez de pele residual.

Pode ser necessário mais de uma cirurgia plástica e o ideal é que não se faça mais que duas por etapas. Após todo o processo, os pacientes estão motivados, com alto astral e reinseridos na sociedade.

Fonte: http://www.guiadaplastica.com.br

Procedimentos cirúrgicos simples e rápidos, mas com grandes resultados

 

Nariz arrebitado em 15 minutos

Simples, a mioplastia nasolabial levanta a ponta do nariz por meio de um corte na mucosa que liga a gengiva ao lábio superior. Com anestesia local, o cirurgião faz uma incisão no freio, impedindo que o músculo que movimenta o lábio exerça influência sobre a ponta do nariz – ou seja, ele deixa de puxá-la para baixo. Para fechar o corte, em forma de Z ao contrário, são necessários quatro pontos, absorvidos depois pelo organismo.

PÓS-OPERATÓRIO “A operação dura 15 minutos e a paciente é liberada logo em seguida. Após duas semanas,o inchaço, que dificulta a mobilidade dos lábios, diminui, desaparecendo depois de dois meses”, avisa o cirurgião plástico Ewaldo Bolívar, de São Paulo.

VANTAGEM É possível levantar a ponta do nariz em até 3 milímetros, dependendo do caso.

DESVANTAGEM É proibido gargalhar durante um mês para não prejudicar a cicatrização.

EU FIZ “Além de arrebitar o nariz, a cirurgia deixou o lábio superior mais bonito, com o coraçãozinho definido. Foi tudo muito rápido e eu não senti nada. Nos seis primeiros dias, é verdade, o lábio inchou um pouco e eu fiquei com boca de pato, mas logo voltou ao normal. As pessoas perceberam que havia algo diferente no meu rosto, mas não sabiam dizer o que era”, conta a vendedora Viviane Alves, 21 anos,de Santos (SP).

Livre das pernas finas

É feito um corte de 3 centímetros na dobra atrás do joelho (para colocar a prótese na panturrilha) e/ou de 5 centímetros na virilha (se for aumentar a coxa). “As próteses são de elastômero de silicone, uma borracha elástica e mais rígida do que a mamária Elas são colocadas dentro da película branca que reveste o compartimento dos músculos”, diz o cirurgião plástico Nicola Menichelli Netto, de São Paulo.

PÓS-OPERATÓRIO Depois de duas horas de cirurgia – com anestesia peridural -, a paciente sai da clínica andando. Mas é necessário repousar por dois dias e usar meia-calça elástica durante dez dias.

VANTAGENS Como as próteses são resistentes, não há risco de rompimento nem é preciso trocá-las.

DESVANTAGENS Nos primeiros meses, é comum um certo desconforto na panturrilha As cicatrizes demoram uns seis meses para desaparecer.

EU FIZ “As pernas finas sempre foram um problema para mim.Quase não usava saia. Durante um mês senti dores – suportáveis – , era como se tivesse subido e descido a escada várias vezes Passados três anos,ainda sinto a prótese quando faço alguns movimentos”, diz a dentista Tarsila de Oliveira César, 28 anos, de São Paulo.

Lipoaspiração leve em toda a perna

Com anestesia peridural ou raquidiana (associadas à sedação), o cirurgião plástico faz um corte de 1 centímetro próximo à virilha, outro atrás do joelho e outro na dobra do bumbum, introduzindo a cânula para aspirar a gordura. A diferença em relação ao método clássico não está só na retirada menor de gordura. A lipoaspiração leve usa cânulas mais finas e mexe também na face anterior e posterior da coxa e da perna, ou seja, em toda a circunferência – e não só em áreas setoriais, como os culotes, parte interna e joelhos. “Esse processo facilita a retração da pele e evita a flacidez”, explica a cirurgiã plástica Bárbara Machado, chefe da equipe da Clínica Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro.

PÓS-OPERATÓRIO Você recebe alta no dia seguinte. Na primeira semana, em geral a região dos culotes fica dolorida. Passado esse período, é liberada para o trabalho e caminhadas leves. É recomendável o uso de meia compressiva (24 horas por dia no primeiro mês e 12 horas no segundo), além de dez sessões de drenagem linfática corporal e outras dez de endermologia. Esse procedimento acelera a recuperação da paciente.

VANTAGENS A técnica deixa o corpo mais harmonioso. Além disso, a cicatriz é mínima, a recuperação rápida e a redução de medidas bastante considerável: de 4 a 9 centímetros no tamanho de cada coxa.

DESVANTAGEM Não é indicada para quem tem flacidez acentuada.

EU FIZ “Antes só usava roupas que ajudavam a disfarçar minhas coxas grossas. Hoje, três meses depois da plástica, já me sinto mais longilínea. Mas a maior felicidade mesmo foi vestir uma calça que entrava com certa dificuldade e vê-la despencar. Quase esqueci que senti dor durante 15 dias, fiquei com as pernas amortecidas por um mês e só vi o inchaço desaparecer passados quase dois meses. Valeu muito a pena”, conta a dançarina Ingrid Monteiro Soares, 20 anos, do Rio de Janeiro.

Rosto jovem com três pequenos cortes

Bem mais simples que o lifting tradicional, o microlifting com videoendoscopia trabalha a região da testa, dando uma levantada nas sobrancelhas com incisões pequenas, anestesia local e cicatrizes quase imperceptíveis. São feitos três cortes de 2 centímetros próximos ao couro cabeludo – um na direção da linha do nariz e os outros próximos às têmporas. Na incisão central é introduzido um aparelho óptico com 3 milímetros acoplado a uma microcâmera. “Os instrumentos especiais entram pelas laterais descolando a pele da região frontal, que é reposicionada mais para o alto da cabeça”, resume a cirurgiã plástica Cristina Camargo, de São Paulo.

PÓS-OPERATÓRIO Para amenizar o inchaço no rosto, recomendam-se dez sessões de drenagem linfática facial.

VANTAGEM Como o repuxamento é pequeno, não há riscos de alargar a testa.

DESVANTAGENS O efeito da operação dura pouco – no máximo dois anos. Não é apropriada para flacidez acentuada.

EU FIZ “Vivia com uma expressão cansada e aparentava mais idade. A dor passou no terceiro dia e o inchaço e os hematomas após duas semanas. Levei um susto ao acordar com os olhos vendados e tive que ficar assim até o dia seguinte”, lembra a dona-de-casa Celaine Dutra, 45 anos, de São Paulo.3

Bumbum empinado com lipoaspiração

O procedimento levanta o bumbum em até 5 centímetros sem aumentar o tamanho das nádegas. A anestesia pode ser geral, peridural ou local, associada à sedação. O médico faz um corte de 0,5 centímetro na junção das nádegas e injeta uma mistura de soro fisiológico com adrenalina, que ajuda a diminuir o sangramento. Pelo mesmo corte, ele introduz uma cânula e aspira o excesso de gordura da região lombar para melhorar o contorno. Em seguida, usa uma cânula especial, em forma de argola, descolando a pele na parte superior da nádega. “Isso provoca a retração da pele e projeta os glúteos para o alto”, esclarece o cirurgião plástico Sérgio Aluani, de São Paulo.

PÓS-OPERATÓRIO No mesmo dia, você já vai poder sentar, mas terá de deitar de bruços. Os hematomas costumam desaparecer entre 15 e 30 dias, mas o inchaço somente depois de três meses. As dores são equivalentes às que se seguem a uma sessão puxada de ginástica. No período de um mês, recomenda-se o uso de cinta elástica, durante o dia e à noite.

VANTAGENS Nesse tipo de cirurgia, a recuperação é mais simples do que na colocação de próteses e 70% mais rápida.

DESVANTAGEM Não existem garantias de efeito definitivo, porque vários fatores podem acabar alterando o resultado, como o ganho de peso, o emagrecimento exagerado ou a perda de colágeno em função do envelhecimento ou do sedentarismo. EU FIZ “Bastou levantar meu bumbum para perceber que ele não é tão pequeno como eu achava. É bem redondinho. O local não ficou roxo nem inchado. O único incômodo foi a dor muscular, que durou dois dias. Aproveitei um feriado prolongado para fazer a cirurgia e não precisei faltar ao trabalho”, diz a advogada Ana Helena do Valle, 25 anos, de Porto Alegre.

Seios firmes e no tamanho certo

A mastopexia com prótese,que exige anestesia geral,é indicada para quem quer levantar os seios sem aumentá-los muito.O cirurgião plástico faz um corte ao redor da aréola e desce em direção à base do seio (geralmente de 3 a 4 centímetros).Depois de retirar a pele que está flácida, introduz a prótese de silicone, que varia de 100 a 255 mililitros. “A remoção da pele ajuda a levantar a mama. Já a prótese garante maior firmeza e a manutenção do formato”, explica a cirurgiã plástica Priscila Abdalla, de Santos (SP). A operação termina com alguns pontos ao redor da aréola, que são retirados após dez dias.

PÓS-OPERATÓRIO É obrigatório o uso de um sutiã especial durante um mês. Nesse período,nada de fazer atividade física, carregar peso nem dirigir. Levantar os braços acima dos ombros só depois de 15 dias.

VANTAGEM “Antes somente com uma prótese de 415 mililitros era possível firmar os seios extremamente flácidos”, afirma Priscila Abdalla.

DESVANTAGEM A cicatriz da mastopexia costuma ser maior do que a da cirurgia convencional de colocação de prótese mamária.

EU FIZ “Como emagreci 50 quilos,os meus seios despencaram.Antes que isso abalasse a minha auto-estima,tratei de fazer a cirurgia. Fiquei dois meses de repouso,sem levantar peso ou fazer ginástica,mas apenas por excesso de precaução. Não doeu,não inchou,nem apareceram hematomas.O máximo que senti foi uma coceira por volta do terceiro dia,que passou uma semana depois. Coloquei a prótese de 255 mililitros e vi o sutiã pular do 44 para o 46.Agora me sinto muito mais feminina”, conta a fisioterapeuta Marcela Nascimento, 27 anos, de Santos (SP).

Sem flacidez e sem cicatriz no braço

Na braquioplastia tradicional, a cicatriz é aparente e vai da axila ao cotovelo. Pelo novo método, é feita uma incisão na axila, por onde o médico aspira o excesso de gordura desde a região do tríceps até o cotovelo.O passo seguinte é fazer o descolamento da pele próxima ao corte, com a ajuda de uma tesoura cirúrgica, e remover o excesso. A pele é “fixada” na musculatura peitoral maior e no músculo grande dorsal. Não há pontos externos.

PÓS-OPERATÓRIO Você é liberada no mesmo dia. “Manchas roxas podem ou não aparecer.O mais comum é que a região fique inchada por 15 dias e um pouco dolorida”, diz o cirurgião plástico Sérgio Aluani. Durante um mês, usa-se um modelador, espécie de sutiã que vai da axila até o cotovelo.

VANTAGEM Esse procedimento não deixa cicatriz aparente.

DESVANTAGEM O resultado não é 100% em casos de flacidez acentuada.

EU FIZ “Sempre procurei exercitar os braços, tanto que, apesar da idade, tenho uma musculatura rígida. Mas não foi suficiente para conter a flacidez da pele. Quanto à cirurgia, não me deixou com hematomas nem inchada. Também não senti dores. Tive de ficar sem dirigir por uma semana e sem levantar os braços por duas. Depois disso, vida normal e braço novo”, comemora a executiva Beatriz Nunes, 47 anos, de Brasília.

 

Fonte: http://www.claudia.abril.com.br

Com Saúde Não Se BRINCA!

Saúde

Você sabia que o médico da SBCP estudou 12 anos e precisou passar pela prova da entidade para ganhar o título de especialista?

Por isso, pense bem antes de escolher o profissional que irá realizar sua cirurgia. Verifique no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica se ele é realmente um especialista.

COM SAÚDE NÃO SE BRINCA!

Fonte: Blog da SBCP

www.sbcp.com.br

www.eriknery.com.br

O que é preciso saber antes de escolher a sua cirurgia

Taxas e seguros

As taxas para a cirurgia plástica cosmética geralmente são pagas antes da cirurgia. Os custos variam amplamente e dependem da complexidade da operação, em qual lugar será a cirurgia e qual anestésico é administrado. Como regra geral, a cirurgia plástica é considerada “a cirurgia eletiva” e não é coberto pela maioria dos planos de seguros.

Algumas operações que têm um aspecto funcional significativo – tais como a redução da mama, se o peso dos seus seios provoca dor ou interfere com a atividade normal – pode ser considerada reconstrutiva, em vez de cosmética. Verifique com o seu cirurgião plástico, que pode recomendar qual companhia de seguros deve ser contactada antes da cirurgia para determinar se a cobertura está disponível.

Nunca escolha um médico apenas com base de menor custo. Depois de verificar a certificação pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro de SBCP, você deve confiar o seu rosto ou corpo para o cirurgião plástico, com quem você  se sentir mais confortável.

Instalações cirúrgicas

A Cirurgia plástica é pode ser realizada com segurança em um consultório (Pequena Cirurgia), em regime  ambulatorial, ou pode ser realizada no hospital. Se a sua cirurgia será realizada fora do hospital, verifique se as instalações do seu médico têm recursos para realizar o mesmo procedimento que em um hospital.

Riscos e Complicações

Cirurgia plástica, como toda cirurgia, tem riscos. Os cirurgiões plásticos realizam milhares de operações bem-sucedidas a cada semana, mas como com qualquer tipo de cirurgia, o paciente pode ter uma reação adversa à anestesia ou ser afetado por complicações pós-operatórias. Estes problemas podem ocorrer mesmo com o cirurgião que realizou a operação com a habilidade máxima.

Recuperando-se de sua cirurgia

Para a maioria dos procedimentos de cirurgia plástica, você vai precisar  restringir suas atividades normais por um tempo após a cirurgia. Leva tempo, também, para os sinais visíveis da cirurgia como manchas e hematômas  diminuirem. Planeje seu trabalho e atividades sociais para que haja tempo suficiente para a recuperação.

Fonte: http://www.surgery.org/

Implantes para Contorno Corporal

Os implantes para contorno corporal são indicados para aumentar ou realçar os contornos e formas do corpo em regiões como glúteos e panturrilha. Podem ser usados também para cirurgias de reparação ou reconstrução nestas áreas, como anomalias congênitas ou sequelas de traumas.

Implante Glúteo Quartzo Star

Constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel ou elastômero de silicone na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado.

Usado para a correção de atrofias, em cirurgias estéticas ou reparadoras. É apresentado nas formas oval e redonda, de modo a adaptar-se às diferenças anatômicas e anseios de cada paciente.

Implante Glúteo

Constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel ou elastômero de silicone na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado.

Usado para a correção de atrofias, em cirurgias estéticas ou reparadoras. É apresentado nas formas oval e redonda, de modo a adaptar-se às diferenças anatômicas e anseios de cada paciente.

Implante de Panturrilha

Constituído de membrana de elastômero de silicone preenchida com gel ou elastômero de silicone na consistência e resistência necessárias à região em que será implantado. Indicado para a correção de desigualdades ou irregularidades das pernas, em cirurgias estéticas ou reparadoras

Fonte: http://www.silimedbrasil.com.br/