Check-up vascular previne doenças circulatórias

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A falta de atividade física, estresse, poluição, alimentação inadequada rica em açúcar, gordura e sal, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e tabaco juntamente com hereditariedade são as principais causas para desenvolver doenças circulatórias. Aliás, de acordo com dados do Ministério da Saúde, derrames e infartos estão entre os grandes vilões da saúde, pois as doenças do aparelho circulatório lideram o ranking das causas de morte no Brasil. E pessoas que apresentam fator de risco como pressão alta, diabetes, obesidade e sedentarismo devem redobrar o cuidado.

Segundo o angiologista Ary Elwing (CRM-22.946), especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser, o sistema circulatório arterial é responsável pelo fornecimento de sangue a diferentes órgãos do corpo. “Qualquer restrição que interrompa o fluxo sanguíneo pode causar sérios problemas, sendo que alguns podem ser fatais. Por isso, é fundamental prevenir diferentes tipos de doenças do sistema circulatório”, explica.

A partir dos 35 anos, qualquer pessoa deve apostar em exames anuais de check-up, principalmente os portadores de diabetes e hipertensão. Após minuciosa consulta, o médico elabora a lista de exames necessários. “O check-up consiste em analisar a saúde e levantar sinais, sintomas e fatores de risco de alguma doença. O objetivo é identificar quais são os riscos e fazer um diagnóstico precoce, orientando o tratamento mais adequado para cada caso”, ressalta Elwing. Além disso o check-up vascular identifica os principais sinais que provocam as doenças vasculares. “Isso confirma os riscos de o paciente desenvolver complicações circulatórias, prevenindo o surgimento de doenças como acidente vascular cerebral (AVC), infarto ou aterosclerose”, esclarece.

As doenças do sistema circulatório estão interligadas com o mecanismo cardíaco envolvendo veias, artérias e alguns órgãos responsáveis por filtrar, bombear, oxigenar e distribuir o sangue para o corpo. Entre as doenças circulatórias, destacam-se: AVC, isquemia cerebral, angina, arritmia, miocardiopatia, aterosclerose, cardiopatia congênita, doença arterial coronariana, hipertensão, e doenças vascular perifericas.

“A origem pode ser hereditária. Algumas pessoas nascem com algum tipo de anomalia no sistema circulatório que podem ser controladas com boa alimentação, cuidados com higiene, atividades físicas e evitando o consumo de bebidas alcoólicas e fumo”, destaca Elwing.

A importância deste check-up na gestação
Quem deseja engravidar deve apostar em um check-up completo para avaliar suas condições de saúde. Isso porque durante a gestação, a mulher corre um risco maior de apresentar complicações vasculares, como trombose venosa profunda. Afinal, a elevação hormonal pode alterar a viscosidade sanguínea e provocar coagulação causando riscos para o bebê e para a mãe. Um check-up identifica possíveis problemas facilitando sua prevenção e tratamento.

“A gestante necessita de mais oxigênio e nutrientes para que consiga desenvolver uma gravidez sem complicações. Devido às mudanças no corpo e, principalmente, às modificações no sistema cardiovascular feminino, a gestante pode sentir palpitações, aumento da capacidade cardíaca, compressão da veia cava e retorno venoso dificultado”, detalha Elwing.

Como é feito?
O check-up vascular é realizado por meio de um equipamento que mede a espessura e o grau de calcificações das artérias, além da realização de exames clínicos e laboratoriais. “Os exames permitem uma análise criteriosa morfológica dos vasos sanguíneos e também revelam informações da situação hemodinâmica e funcional da circulação sanguínea do paciente”, afirma Elwing.

Quais exames são feitos?
Eco-doppler colorido, angiotomografia arterial e/ou venosa e fotopletismografia e pletismografia a ar. Por meio deles, é possível fazer uma análise completa da circulação sanguínea e detectar a presença de tromboflebites, estreitamentos, obstruções, aneurismas, além de esclarecer dores e inchaços nas pernas e presença de varizes. “Esse diagnóstico completo permite elaborar um plano de prevenção eficaz para combater as doenças circulatórias”, informa.

Cuide da sua saúde
Manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos é a maneira mais eficaz de cuidar do sistema circulatório. O angiologista Ary Elwing revela algumas dicas para não sofrer de doenças circulatórias, confira:

Pratique mais
Espante a preguiça e exercite-se! A atividade física regular mantém o bom funcionamento do fluxo sanguíneo no corpo, reduzindo as chances de surgir doenças do aparelho circulatório.

Pare de fumar e controle o álcool
Dependendo da gravidade da doença, o fumo pode levar à morte. Por isso, é melhor evitá-lo completamente. Já o álcool pode agravar o estágio da doença. Portanto, evite consumir doses exageradas de bebidas alcoólicas.

De olho nos ponteiros da balança
Pessoas com excesso de peso são mais suscetíveis às doenças cardiovasculares. Por esse motivo, é importante aderir a uma dieta balanceada e praticar atividade física para reduzir o peso de forma saudável.

Alimentação rica em vegetais e frutas
Os vegetais frescos e as frutas influenciam na circulação sanguínea. Prefira consumir peixes, amêndoas, nozes, óleo de soja, carnes magras e laticínios.

Fonte: http://www.buscasaude.com.br/

Olhar mais jovem

Técnicas que rejuvenescem as pálpebras sem deixar marcas e garantem resultado mais natural ganham espaço na plástica

O rejuvenescimento da região dos olhos é fundamental para manter a juventude de todo o rosto. Por isso, qualquer intervenção nesta área da face precisa ser muito bem feita, apresentar um resultado eficiente e – tão importante quanto isso – natural. É por esta razão que algumas estratégias ganham mais atenção dos cirurgiões plásticos. Uma delas é a chamada blefaroplastia transconjuntival. Trata-se de uma modalidade da blefaroplastia, o nome médico da cirurgia corretiva de pálpebras. Sua grande vantagem é que, além de proporcionar ao rosto um ar mais jovial, não deixa cicatrizes.

O procedimento é indicado para quem deseja retirar as bolsas de gordura embaixo dos olhos que costumam se formar ao longo do envelhecimento. Há duas maneiras de fazer isso. Na primeira, o cirurgião faz uma incisão na linha logo abaixo dos cílios, através da qual extrai o excesso de gordura e também de pele, se for necessário. O problema é que a marca do corte fica visível, embora ela tenda a se tornar imperceptível com a passagem dos anos. Na técnica transconjuntival, o acesso às bolsas é feito por meio de uma incisão na conjuntiva, a membrana mucosa localizada na parte interna do olho. Dessa maneira, não há corte aparente. O método, porém, não é indicado a todos. 

Outro caminho – este em nível de estudos e tendência – é optar pela remodelação da gordura depositada nas pálpebras inferiores e não simplesmente retirá-la.

A verdade é que, desde que benfeitas e conduzidas por profissionais qualificados e experientes, as intervenções nas pálpebras resultam em maior qualidade de vida. Esse ganho, inclusive, foi registrado por uma pesquisa divulgada nos Estados Unidos. Os pesquisadores analisaram as respostas de 26 pacientes que haviam se submetido à cirurgia e constataram que eles apresentavam mais satisfação com a própria aparência e, consequentemente, mantinham uma boa autoestima.

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Fonte: http://www.istoe.com.br

Cirurgias plásticas em adolescentes e crianças chegam a 127 mil por ano

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Devido às novas técnicas utilizadas em cirurgias plásticas, cada dia menos invasivas, a procura dos pais por orientação sobre cirurgias em seus filhos tem crescido a cada dia.

Quando se trata da estética, a procura maior é pela otoplastia, para corrigir as conhecidas “orelhas de abano”, visando evitar traumas psicológicos ou problemas físicos na idade adulta. Porém, segundo os especialistas, este procedimento só pode ser realizado após os quatro ou cinco anos de idade, quando a orelha já está desenvolvida o suficiente.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), são realizadas 127 mil 887 cirurgias plásticas por ano em crianças e adolescentes, o que representa 21% do total de procedimentos cirúrgicos, estéticos ou reparadores no Brasil.

No quesito de reparação das orelhas, a procura é mais pelos meninos, devido à classe ser mais afetada, por usarem os cabelos curtos e deixarem as orelhas à mostra. Apelidos na escola e na vizinhança, situações de “bullying” podem causar reações violentas e até depressão, interferindo no desempenho da criança.

Por ter grandes orelhas, Charlie Figlia, de 15 anos, passou a ser chamado de Dumbo dentro da escola. O garoto não tinha vontade de ir ao colégio e nem olhava para as meninas, com vergonha de suas orelhas. Há um ano, o jovem fez uma cirurgia e o resultado fez Charlie chorar de felicidade quando se viu no espelho e não mais se sentiu incomodado.

Lábio leporino

Outra procura grande é pela correção do lábio leporino, rinoplastia (nariz), lipoaspiração, microtia –, que é uma anomalia congênita caracterizada por uma pequena forma anormal da orelha – e redução ou aumento das mamas.

A contadora Ana Cláudia Freitas Souza, 38 anos, disse que sua filha nasceu com uma má-formação na pálpebra de um dos olhos, que o deixava menor do que o outro. Aos quatro anos a menina começou a se incomodar com a deficiência e às vezes não queria ir à escola. “Os coleguinhas ficavam perguntando por que o olho dela era daquele jeito e isso a deixava constrangida. Procuramos um especialista, fizemos a cirurgia reparadora e hoje ela se encontra com seis anos e nem parece que teve a deficiência no olho”, ressaltou.

Casos de saúde ou estéticos

Fissuras labiais e palatinas são chamadas de lábio leporino. Essas patologias devem ser avaliadas precocemente pelos especialistas, de preferência logo após o nascimento, para se estabelecer um programa de tratamento que inclui, não só a cirurgia, mas, a utilização de próteses que previnem o agravamento das deformidades. Geralmente se opera a fissura labial entre 30 dias e três meses de nascido e a fissura palatina entre seis meses e um ano de idade.

Conforme os especialistas, cirurgias plásticas em crianças e adolescentes são realizadas apenas quando se trata de uma questão de saúde, mas vêm crescendo os casos em que os motivos são puramente estéticos, principalmente em operações de redução e aumento de mamas.

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br

Pessoas recorrem a cirurgia plástica para diminuir a aparência da idade

 

A idade é um assunto delicado para muitos. Por exemplo, imagine que você deixe uma fotografia de si mesmo e sua filha recém-nascida em seu trabalho. Como se sentiria se, ao perceber a imagem, um colega de trabalho comentou sobre como sua neta é adorável?

Uma história pessoal

O cenário acima é quase exatamente o que aconteceu com Dorothy Nichols, que recentemente passou por quatro diferentes procedimentos de cirurgia estética para ajudar a voltar o relógio, relata. Ela deu à luz a sua filha, Jenny, 20 anos atrás, quando ela tinha 44. Segundo Nichols, mesmo de volta quando Jenny era criança, as pessoas diziam coisas como: “Oh, sua neta é adorável.”

Como professor substituto, Nichols também enfrentou problemas sobre a sua idade, enquanto no trabalho. Qualquer um que tenha passado algum tempo com crianças sabe que pode, por vezes, fazer perguntas dolorosas, mesmo se eles estão simplesmente pedindo por curiosidade.

O procedimento

Nichols estendeu a mão para um cirurgião plástico em sua área para pedir seu conselho. Enquanto ela estava se sentindo um pouco humilhada por outros comentários sobre sua aparência, ela diz que estava pronta para considerar a cirurgia porque ela tinha feito muito por sua família, e pensei que poderia ser bom fazer algo para si mesma para uma mudança.

Durante um procedimento de cinco horas, Nichols recebeu um face lift, elevador, pescoço e elevador da testa, e também tinha o trabalho feito para melhorar a aparência da área ao redor dos olhos.

“O aspecto artístico é quanto a fazer e quanto a não fazer”, disse o cirurgião plástico à agência de notícias.

Os resultados

Nichols diz que está feliz com seu novo visual, e em uma recente viagem para o salão de beleza com a filha, ela teve o prazer de ser reconhecida como a mãe de Jenny não, sua avó.

“Agora, quando me olho no espelho, eu sinto como se fosse eu e essa é a beleza da coisa. É de mim “, explica Dorothy. Sua aparência por fora, finalmente, corresponde como ela se sente por dentro. Em poucos meses, ela vai sofrer pele resurfacing a laser para reduzir rugas e melhorar a textura da pele.

Enquanto cirurgias Nichol se concentraram no rosto e na cabeça, há procedimentos que podem reduzir os sinais de envelhecimento em outras partes do corpo, de acordo com a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética. Muitas mães optam por passar por procedimentos mommy makeover como abdominoplastia, lipoaspiração e uma mamoplastia de aumento ou cirurgia de aumento de mama.

 

Fonte: http://bit.ly/TgQWWl

Entenda como escolher a prótese de silicone ideal para seu bumbum

 

O nome técnico da cirurgia de implante da prótese de silicone no bumbum é gluteoplastia de aumento. Ela tem sido cada vez mais procurada por celebridades.

Segundo especialistas, a operação deixa marcas muito pequenas. Nessa técnica, o médico faz dois cortes, de 5 centímetros cada, nas dobras das nádegas. “Essa região só é vista quando a pessoa está sentada”, resume o cirurgião plástico Vinícius Melgaço, de Belo Horizonte. O corte atinge o músculo glúteo maior, que fica abaixo da pele e de uma camada de gordura.

No meio do músculo, o cirurgião plástico instala a prótese de silicone e fecha o músculo com pontos internos que são absorvidos pelo corpo. A parte externa é costurada com pontos ou selada com cola médica.

A operação dura de duas a quatro horas e requer anestesia geral ou peridural (sedação abaixo do abdômen). Ela deve ser feita em hospital com UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para socorro em caso de complicações.

Quais são os formatos?
Há as próteses redondas, usadas para levantar o bumbum, e as ovais, que preenchem os buracos nas laterais dos glúteos. “Os dois tipos contêm um silicone em gel mais duro que o das próteses para seios, o que reduz o risco de vazamentos”, explica o cirurgião André Colaneri, de São Paulo.

Qual é o tamanho mais indicado?
As próteses variam de 200 a 500 mililitros. Há maiores, mas elas podem ficar artificiais. Antes da cirurgia, converse com o médico. Só ele é capaz de avaliar o tamanho mais indicado para você. Isso é feito a partir do tamanho do quadril, da espessura do glúteo maior e da camada de gordura.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/beleza/reportagem/tratamentos/cirurgioes-apontam-como-escolher-protese-silicone-bumbum-637344.shtml

O corpo reconstruido

cirurgia plásticaO Brasil realiza mais de meio milhão de cirurgias plásticas por ano. A maioria delas é estética, com destaque para as festejadas lipoaspirações.

Porém, um número significativo de pessoas, cerca de 40%, submete-se a esse tipo de tratamento com outra finalidade: reparar uma deformidade de nascença ou adquirida no decorrer da vida, que muitas vezes compromete a funcionalidade do organismo — além de provocar profundos danos psicológicos. São homens e mulheres que sofreram queimaduras, acidentes, infecções, tumores e sequelas de procedimentos cirúrgicos. Cada caso é único. Mas certamente todos se fizeram a mesma pergunta antes de chegar à mesa de operação: é possível reconstruir meu corpo e dissimular as deformações?

A resposta, claro, é sim. O que não significa que o cirurgião-plástico é uma divindade capaz de realizar milagres. Mutilações, queimaduras de terceiro grau extensas, processos infecciosos mais graves ou suturas malfeitas deixam cicatrizes importantes, em geral difíceis de serem tratadas. Por isso, a primeira medida que se deve tomar, antes de decidir por uma cirurgia plástica, é saber do médico o que realmente ele pode fazer. “Não existem porções mágicas, mas já temos recursos para trabalhar de forma bastante eficiente a reconstrução de peles, cartilagens, músculos, ossos, mucosas e nervos”, garante Douglas Jorge, diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

O princípio da cirurgia plástica é o transplante de pele, que já era feito na Índia 600 anos antes de Cristo — sem anestesia e fios de sutura, evidentemente. “Hoje, fazemos a dissimulação das marcas, usando basicamente duas técnicas: o retalho cutâneo, em que mantemos o tecido irrigado de sangue durante a operação; e os enxertos ou transplantes livres, em que retiramos totalmente a pele de uma região e a aplicamos em outra”, resume o cirurgião-plástico.

Avanço microcirúrgico
O grande avanço da medicina nessa área é a microcirurgia, que nos permite, por exemplo, suturar nervos, interligando suas terminações neurais, de forma mais precisa.

“A técnica também possibilita a sutura de vasos sangüíneos do tecido transplantado na região receptora, o que tem permitido até o uso de retalhos complexos, constituídos por vários tipos de tecidos, como o que ocorreu no transplante de face”, complementa a cirurgiã-plástica Deusa Pires Rodrigues, também membro da SBCP. Mas a médica destaca que a cirurgia plástica costuma ser a última etapa do processo de reconstrução. “No caso de um acidentado de carro com lesão de face e traumatismo craniano, por exemplo, o cirurgião-geral e o neurocirurgião agem primeiro, um avaliando e estancando qualquer hemorragia e o outro evitando qualquer aumento de pressão intracraniana.”

Outras duas técnicas, bastante utilizadas nas plásticas estéticas, também podem servir às cirurgias reparadoras. Uma é a lipoaspiração, que consiste na remoção de gordura subcutânea através de um instrumento de sucção. “Há doenças em que há acúmulo de gordura em determinadas partes do corpo, como a síndrome adiposa genital. Nesses casos, há a necessidade de uma lipoaspiração”, ilustra o cirurgião Douglas Jorge. A outra é a prótese de silicone, aplicada em diversos tratamentos, como a reconstrução mamária após uma mastectomia (retirada da mama devido ao câncer que atinge a região).

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/48/artigo51731-2.asp

 

Brasileiras fazem uma cirurgia de aumento de mama a cada 5 minutos

A lei da gravidade é implacável também com os seios femininos, e uma hora eles caem. Muitas mulheres recorrem às próteses de mama, que exigem alguns cuidados na anestesia, na cirurgia e no pós-operatório.

O silicone não serve só para aumento de mama, mas também para modificar a forma e corrigir eventuais irregularidades, como assimetrias (que atingem 30% das mulheres). Aos 18, 19 anos, os seios param de crescer. Se eles caírem, existe cirurgia, que não precisa incluir silicone.

As próteses de mama foram criadas nos anos 1960 por um cirurgião inglês e, na época, eram mais duras e redondas, feitas de silicone líquido e material sintético. Até o início dos anos 2000, os modelos mais vendidos não chegavam a 200 ml. Hoje, os mais pedidos e usados são os de perfil alto e 300 ml. E há também os implantes ajustáveis.

O maior problema, em geral, é uma rejeição do organismo da mulher. Por isso, a cirurgia precisa ser feita com um profissional qualificado. A grande oferta tem ajudado a baixar o preço médio dos implantes, que hoje já podem ser pagos em até 12 parcelas.

Cuidados no pós-operatório

Pode haver dor nos primeiros dias, ainda mais com movimentação dos membros superiores, o que é controlado com analgésicos. É recomendado um sutiã de maior contenção das mamas.

Fazer ginástica só é permitido a partir de um mês, com consentimento médico. Membros superiores não devem ser trabalhados. Com o aumento abrupto das mamas, as estrias pré-existentes podem se tornar mais salientes.

SUS

Segundo o Ministério da Saúde, em 2010 foram realizadas 1.704 cirurgias de plástica mamária pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa mais que o dobro do total de 2007 (786). O governo investe cerca de R$ 1,5 milhão por ano para o custeio desse tipo de atendimento.

A cirurgia é indicada para os seguintes casos:

- Reconstrução da mama após diagnóstico de câncer (pós-mastectomia com implante de prótese)
– Filarioses (doença parasitária em que um dos tipos é conhecido como elefantíase ou filariose linfática)
– Lipodistrofia na região da mama (distribuição anormal da gordura corporal)
– Hipertrofia (aumento) da mama
– Ausência congênita dos seios
– Outras malformações congênitas da mama
– Queimadura de terceiro grau e/ou sequelas de queimaduras

Vale lembrar que essa é uma cirurgia indicada não apenas às mulheres – os homens também podem fazer plástica mamária pelo SUS em casos de lipodistrofia e hipertrofia.  A lipodistrofia atende, ainda, pacientes com HIV, pois o uso de antirretrovirais pode resultar no problema.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/

Conheça os membros da AExPI

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Membros Efetivos

São considerados membros efetivos todos os que completaram o curso em Cirurgia Plática na Escola Ivo Pitanguy, com duração de 03 anos.

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São considerados membros associados, os ex-alunos de membros efetivos, que tiveram treinamento em Cirurgia Plática em serviço credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, após aprovação de petição dirigida ao Conselho Consultivo da AExPI.

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São considerados membros correspondentes cirurgiões pláticos indicados pelo Prof. Pitanguy ou por 03 membros efetivos e que foram aprovados por maioria dos votos pelo Conselho Consultivo da AExPI.

Alunos e Professores

Alunos Matriculados
Alunos matriculados atualmente na Pós-Graduação.

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Programação AExPI

Veja abaixo a programação completa do Encontro AExPI em Lisboa, Portugal:

A Prótese Inflável

Um novo tipo de implante de silicone permite aumentar ou diminuir o volume da mama, ao gosto da paciente, após a cirurgia, e sem voltar à mesa de operação.

Cerca de 10% das pacientes que se submetem ao implante de silicone nos seios, se queixam após a cirurgia que “poderia ter aumentado mais um pouquinho” ou “Acho que ficou grande demais”. Só no ano passado somou, no Brasil, 107.000 mulheres, fazendo desta intervenção estética a mais procurada no país.

Para aquelas que se decepcionam com o seu reflexo no espelho ao retirar as ataduras e sutiãs especiais, resta resignar-se a uma imagem que não corresponde ao esperado, ou agendar uma nova cirurgia, em geral, para acrescentar aqueles mililitros que o o médico já havia julgado excessivos, ou, em casos menos numerosos, como já foi dito, retirar um tanto deles. Voltar à mesa de cirurgia, claro, não é simples. Além do risco inerente a qualquer operação, servem como desestímulo o custo adicional da correção e a lembrança da recuperação dolorosa.

Eliminar todos esses três poréns de uma só vez é o objetivo de uma nova prótese ajustável que está chegando ao mercado: depois de colocados, da mesma maneira que na cirurgia tradicional, os implantes de silicone podem ser aumentados ou diminuidos no próprio consultório do médico, sem a necessidade de internação, por meio de uma cânula pela qual se injeta ou extrai solução salina da prótese. A paciente, assim, tem direito a um período de “test drive” (de, no máximo um ano) para decidir qual deve ser o resultado final e desejado.

Preferência à parte, o consenso entre os plásticos é que a principal vantagem da prótese batizda de Spectra, que está sendo trazida ao país pela Johnson & Johnson, consiste na possibilidade de correção da assimetria mamária. Desenvolvido pelo cirurgião americano Hilton Becker, especialista em reconstrução mamária, o implante ajustável foi criado a partir das próteses expansoras utilizadas em mulheres que passaram por algum tipo de mastectomia. O expansor é implantado, nesses casos, para preparar a pele que restou para uma futura cirurgia reconstrutora. O médico injeta, aos poucos, pequenas quantidades de solução salina dentro de uma cápsula para esticar a pele gradualmente, até que ela atinja tamanho suficiente para acomodar o implante definitivo. Os resultados não são plenamente satisfatórios. Por conter pouco ou nenhum gel de silicone, esse tipo de implante está sujeito a ondulações e deformações e não oferece uma consistência natural. Assim que a FDA, a agência de saúde dos EUA, voltou atrás na decisão de proibir o uso do silicone no país, em 2006, Becker passou a testar a nova prótese, que combina solução salina e gel de silicone. O gel mantém a consistência do implante tradicional, já que o silicone representa mais de 90% da estrutura da Spectra. E a solução salina permite alterar em até 30% o volume original da prótese sem que ela se deforme.

É na mesa de cirurgia que o médico define  quantidade de solução salina, injetada por uma cânula no interior de cada prótese, até obter a simetria das mamas e o volume desejado pela paciente. O período durante o qual médico e paciente poderão alterar o volume dos seios depende da forma de remoção da cânula. Na primeira opção, o médico corrige assimetrias e remove as cânulas ainda no centro cirúrgico, o que inviabiliza alterações após a operação. Na segunda versão, a paciente permanece com as pontas das cânulas para fora das mamas, como se fossem drenos, por até duas semanas. Assim, o médico pode injetar ou remover líquido de cada prótese no consultório nesse período. A terceira alternativa permite que as cânulas fiquem escondidas sob a pele para correções por um prazo maior, de até um ano. Uma válvula de silicone na extremidade de cada cânula permite a troca de líquidos com uma seringa. Nas duas últimas versões, as cânulas são retiradas com anestesia local, em consultório. O risco de vazamentos é quase nulo.

 Fonte: VEJA e site http://www2.cirurgiaplastica.org.br